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Hoje, sabemos que o corpo e a mente estão interligados, um depende do outro para manter a saúde, tanto física como emocional. Por isso que o papel das emoções no surgimento das doenças como câncer são cada vez mais estudadas por cientistas em todo o mundo.
O stress, as emoções descompensadas, podem sim levar às pessoas a desenvolverem doenças, como câncer, e falando hoje especificamente em câncer de mama, ovário e útero. A ciência vem demonstrando que somos seres integrados, corpo e mente, cujos pensamentos e emoções como: tristeza, rancor, mágoa, ressentimentos, influenciam causando um certo dano nas nossas células, nossa harmonia, e, consequentemente no nosso sistema imunológico.
A mama carrega um significado emocional importante onde distúrbios emocionais
reprimidos a torna alvo de neoplasias. Estudos científicos feitos com mulheres devido ao alto índice de câncer de mama entre elas, com distúrbios emocionais, onde isto foi realmente constatado.
Pesquisa divulgada pelo Instituto Data Popular, mostrou que 54% das mulheres que tiveram câncer de mama, passaram na sua vida por situações emocionais de muita tristeza, mágoa, frustrações, abandono, rancor, falta de perdão. Isso já foi comprovado por muitos cientistas no mundo, que esses sentimentos no íntimo das mulheres, lhes possibilitem câncer de mama, de ovário, de útero.
O stress também é outro fator desencadeante no surgimento do câncer. Quando estamos estressados, o organismo libera o hormônio cortisol, e isto provoca na pessoa, pressão alta, fraqueza muscular, baixa imunidade, trazendo outras tantas enfermidades.
Então, faço aqui apenas um alerta: Nesse assunto tão vasto sobre câncer de mama, prevenção e qualidade de vida. Algumas doenças realmente surgem como um sinal de que algo não vai bem, nessa conexão entre corpo e mente.
A doença é um sinal, um alerta de que precisamos mudar alguma coisa no roteiro de nossa vida. E a 1° delas é mudar sua atitude perante a vida, sendo mais otimista, adotar um estilo de vida saudável, e gerenciar o estresse.
DEPOIMENTO DE ANNA CLAUDIA MALTA MARQUES, Psicóloga do Setor de
Psicologia do Tribunal de Contas:
"Quando soube do diagnóstico senti um grande susto. Nunca imaginei que pudesse acontecer comigo, afinal sempre tive práticas saudáveis de vida, com exames em dia (havia menos de 1 ano da última mamografia).
Os questionamentos começaram a surgir: Por que comigo? E agora? Como será minha vida? Vou ficar careca? Foram só algumas das questões que surgiram imediatamente, mas logo tudo isso passou e deu espaço para um estado de força e disposição para as etapas seguintes (mais duas cirurgias, quimioterapia, radioterapia). A presença e participação da minha família e de amigos queridos foram decisivos em todo o processo. Me recuperei das cirurgias, perdi todo o meu cabelo, tive a pele escurecida pela radioterapia, mas nunca perdi a fé e a confiança na equipe médica que me acompanha até hoje.
Acho que esse sentimento de acolhimento, de ter quem segure a mão e diga
"vamos" foi essencial para hoje eu estar aqui."
Célia Santos, Coordenadora do setor de Psicologia do TCE/AL.
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